Adoro observar a reacção de quem pensa já não precisar de nós. A altivez. A distância. O senso de superioridade, efectivo sem dúvida, mas tão escusado. Depois, um dia. Sim, porque ele haverá um dia ou não fosse o universo perfeito na arte do [ tarda mas não falha ], lá se virá uma vez mais em biquinhos de pés. E eu que sou exímia na arte de me rir para dentro e não só, vou rir a bom rir.

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