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sábado, 8 de fevereiro de 2014

[ Da ] M !!


A caçula. Pirosa que não se aguenta. Senhora das suas decisões. Por vezes dá comigo em doida. A mesma caçula. Toda ela coração. Scanner emocional do que a rodeia. Faz não raras vezes com que me saltem as lágrimas de emoção. 

Hoje de manhã:

- Mãe, sei que estás aborrecida e cansada, mas eu amo-te tanto que não cabe nos mundos !! 

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

[ Da ] Alegria [ e dos compromissos] !!






Em 2014 estabeleço , também, um compromisso com a ALEGRIA !! 

Cláudia 



10 Razões para levar a SÉRIO a ALEGRIA in http://inesperado.org/




É normal não levar a sério a alegria.
Costumamos pensar nela como risinhos e gargalhadas, ou como ter sorte e acontecer o que queremos, ou então como o estágio antes da bebedeira: “olha para ele, já está alegre!“. Outras vezes pensamos na alegria como uma infantilidade para a qual a nossa vida responsável e adulta não tem tempo. É uma distracção e uma fantasia. É um disparate para os sonhadores e idiotas.

Mas não, a alegria é bem mais que isto. A alegria é muito mais que uma fantasia, que uma distracção ou que uma bebedeira. A alegria é coisa para mudar a nossa vida e das pessoas à nossa volta. É coisa para transformar o nosso trabalho, as nossas amizades, o nosso mundo.
Porque ela é uma coisa demasiado importante… aqui ficam 10 razões para ser levada a sério:

1. A alegria cultiva-se.
Por vezes achamos que vai chegar um dia em que simplesmente vamos acordar mais alegres. Mas as coisas grandes da vida – como a alegria – só chegam com muito trabalho: é preciso cultivar, cuidar, regar, esperar… Se deixarmos crescer ao acaso, fica uma selva. A alegria é algo interior que se cultiva, e depois dá frutos cá fora, de mil formas diferentes.

2. A alegria sofre-se.
É normal ficarmos abatidos e tristes por causa das dificuldades que temos de suportar, mas as pessoas mais alegres não são as que nunca sofreram. Por vezes são precisamente as que mais sofreram. A alegria mostra-nos que o nosso sofrimento não é o centro do mundo. A alegria pode crescer mesmo no meio das piores dificuldades.

3. A alegria decide-se.
É muito tentador deixar a alegria depender da sorte ou azar. Temos sempre um pouco daquela atracção infantil pela vitimização: porquê a mim? Mas caso a alegria dependesse das circunstâncias, estaríamos condenados a estar tristes ou alegres, consoante tivéssemos sorte ou azar. Mas nada disso: as coisas são o que são, e temos apenas que decidir o que fazer com elas. Neste caso, basta tirar a carinha de amúo e viver com alegria.

4. A alegria partilha-se.
Só conseguimos aumentar a nossa alegria, quando a partilhamos com alguém. Quanto mais se partilha, mais ela cresce. As pessoas alegres não só partilham o que têm, como se alegram verdadeiramente com a alegria dos outros. Fazem da festa dos outros a sua festa, e fazem tudo para tornar os outros mais alegres. A verdadeira alegria multiplica-se ao ser partilhada.

5. A alegria é leve.
Há pessoas que se riem muito e são muito tristes, cheias de uma grande falta de paz. Mas também há pessoas que vivem com um maravilhoso sentido de humor e com genuína alegria. É preciso saber rir, com leveza e com verdade: não só com tanta coisa boa que há no mundo, mas também de nós mesmos. Por vezes levamo-nos demasiado a sério. A alegria traz a leveza que falta à nossa vida.

6. A alegria é memória.
Quem vive agradecido, vive mais alegre. Não são precisas inúmeras razões para vivermos com alegria, basta recordar tantas e tantas coisas boas que a nossa vida tem. Saber recordar com gratidão as coisas boas que se recebeu é um grande empurrão para a alegria.

7. A alegria é pequena.
A alegria não precisa de ser uma coisa grandiosa e espalhafatosa. É uma coisa discreta e serena, que se revela nas coisas insignificantes da vida: nos pequenos gestos, nos risos partilhados, nas conquistas silenciosas… A alegria descobre-se ao saborear as coisas pequenas da vida.

8. A alegria é sexy.
As pessoas verdadeiramente alegres atraem. Cativam pela forma como vivem, e parece que têm alguma coisa escondida dentro delas, como se fosse um tesouro que ninguém pode roubar. Esse tesouro magnético e intrigante é a sua alegria. E isso tem o poder não só de nos encantar, como de nos transformar.

9. A alegria é inesgotável.
Por vezes achamos que a nossa alegria vai-se esgotar, à força das dificuldades e desilusões da vida. Às vezes basta uma semana difícil ou uma notícia triste para sentirmos que já não temos alegria em nós. Como se tivéssemos um poço com água que secou. Contudo, encontrando novas razões para a esperança e para a confiança… a alegria permanece inesgotável, como uma nascente que sempre se renova.

10. A alegria é agora.
Muitas vezes achamos que vamos ser realmente alegres quando acontecer uma certa coisa. Deixamos a alegria ficar dependente do trabalho, do noivado, dos filhos. Mas a alegria é demasiado importante para ficar dependente do que pode vir a acontecer no futuro. A alegria não é para ser adiada nem é para depois. A alegria é para agora mesmo.


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

[ Dos ] Perfumes perfeitos!!



Chloe parfum mobile<3


Lembro-me da fase que usei Chloé. Lembro-me o porquê de ter deixado de o usar, aquele que era o meu cheiro de eleição. Mais tarde, e já uma outra mulher, tive um frasco pequenino e guardo memórias fabulosas do aroma inebriante que produzia em mim. Depois tive uma fase em que todos os perfumes me foram oferecidos, mas nunca mais este. Hoje, foi o dia em que o voltei a usar. Porque existem dias assim. 

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

[ Do ] Amanhã !!



Nestes momentos em que me apetece incontrolávelmente ter o amanhã, fecho os olhos e sinto-me lá, rodeada de tudo o que quero ter por perto, dos amores, das cores, dos sabores. E toco nos detalhes. Sinto os cheiros. Escuto os sons. Lá, sou completa. E, volto cheia da certeza de sempre. Quando o amanhã, efectivamente, chegar serei sem dúvida uma mulher ainda mais feliz.    

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

[ Do ] Resumo do dia até agora !!


Porque este é o momento de deixar de estar constantemente a reler o capitulo anterior. Porque este é o momento de pegar no esboço feito e começar a escrever um novo capitulo. Ora vamos lá!! 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

[ Do ] Primeiro dia do resto do ano lectivo !!



Ontem foi o alvoroço. O corre para uma escola. O corre para outra. As apresentações. As reuniões para relembrar regras básicas para crianças mas sobretudo para as relembrar a alguns pais que continuam a achar que a escola é um depósito de filhos a quem os professores terão de ensinar e educar [ para além de aturar ]. A noite foi para acabar de organizar, marcar material e carpir para dentro as pequenas contrariantes da vida. E beber chá, muito chá. Ora já hoje...começámos a sério. Relógio pela madrugada. Despachar. Lanches. Pequeno almoço. Pegar nos 500 sacos repousados na entrada. Recomendar a gata para ser branda nos disparates. Tudo porta fora. Caminho. Mais recomendações. Chegar ao destino. Abre porta, fecha porta, como se de um portão de quinta se tratasse. Os sonoros [ adeeeuuusss mãaeeeee ] . O silêncio que me une com a pequena M.. Minutos de mimos só para ela. Tudo entregue. Mãe de volta às rotinas. Huuuummmppffff!!  Agora que o dia vai a meio e que uns minutos de mimos e gargalhadas de amor grande me oxigenaram, conto os minutos para poder saber tudo ao fim do dia. Isto dos filhos provoca-nos um tsunami de emoções transversais sem fim. 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

[ Do ] Pedro !!

Newborn

Sabia que ele era um bocadinho meu quando na véspera de Natal a mãe me disse, em jeito de presente,  que ele habitava ali, lá dentro dela. Desde então foi sempre meu um bocadinho. Meu sempre que sabia noticias dele passo a passo. Meu quando o via, da minha janela,  bambolear-se dentro da barriga de uma das minhas pessoas favoritas desta vida e uma das minhas irmãs do coração. Meu quando contei as luas e ele não me nasceu. Meu, sempre um bocadinho meu. Quando recebi a primeira foto dele acabadinho de nascer, chorei, tal como não contive as lágrimas a cada uma que fui recebendo. Numa emoção que não sabia explicar. Percebi ontem, quando larguei tudo para o ir cheirar pela primeira vez. A mãe, senhora de uma generosidade interior única, entregou-o para que eu o cuidasse. Quando lhe toquei, aquelas mãos perfeitamente minúsculas agarraram-se aos meus dedos com quanta força tinham. Senti um tremor e uma energia pura dos pés à cabeça. Ali estava eu com mais um dos pilares que unem a nossa terra e o nosso céu, o Pedro. Sim, Pedro, serás sempre um [ bocadinho ] [ muito ]  meu !!