Quando renasci não precisava de um plano. Só prescisava de reaprender a respirar. Só precisava de reaprender a rir por fora...e, acima de tudo por dentro. Precisava de perdoar ou de saber como isso se poderia fazer. Precisava de deixar ir ou de saber como isso se poderia fazer. Na fase seguinte também não precisei de um plano. Precisei de assumir a mulher que era. Continuei a precisar de saber como perdoar e como deixar ir. Mas já sabia rir, por dentro e por fora. No dia 3 de Agosto, meses volvidos depois daquela noite de inverno, ao respirar a brisa daquele mar, senti pela primeira vez que, talvez afinal viesse a precisar de um plano ou pelo menos de um esboço. Hoje, no início deste 2014 terei talvez terminado o esboço que vou, cuidadosamente, nas próximas semanas, passar a limpo. Porque, hoje, preciso de um plano, mesmo e ainda que sem margens definidas a traço firme. Afinal o plano original pode sempre ser melhorado.

4 comentários:
Ou de uma forma mais sucinta o optimo é inimigo do bom! ;)
Certo !!
;)
e é tão importante fazer planos, termos algo pelo que lutar. termos objectivos e metas a cumprir. para mim só assim consigo andar para a frente ( apesar de ser caranguejo) eheheh
minha querida Cláudia, que tenhas a força necessária para cumprires os teus objectivos! Força!
um beijinho
Sim :) força vou ter e ainda mais rodeada de pessoas como tu !!
:) Beijo grandeee
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