Das semanas que começam e acabam sem que dê conta. Da falta de senso que acho a isso. Da chuva miudinha que por vezes cai dentro de mim. Do que isso me tolda as capacidades. Sentir a desilusão na pele. Ter consciência do mal que isso me faz. Lutar com delicadeza contra as forças adversas. Da exaustão que isso me provoca. O caminho que se faz, caminhando. E, o abraço fechado onde curo isto tudo.

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