
Sabia que ele era um bocadinho meu quando na véspera de Natal a mãe me disse, em jeito de presente, que ele habitava ali, lá dentro dela. Desde então foi sempre meu um bocadinho. Meu sempre que sabia noticias dele passo a passo. Meu quando o via, da minha janela, bambolear-se dentro da barriga de uma das minhas pessoas favoritas desta vida e uma das minhas irmãs do coração. Meu quando contei as luas e ele não me nasceu. Meu, sempre um bocadinho meu. Quando recebi a primeira foto dele acabadinho de nascer, chorei, tal como não contive as lágrimas a cada uma que fui recebendo. Numa emoção que não sabia explicar. Percebi ontem, quando larguei tudo para o ir cheirar pela primeira vez. A mãe, senhora de uma generosidade interior única, entregou-o para que eu o cuidasse. Quando lhe toquei, aquelas mãos perfeitamente minúsculas agarraram-se aos meus dedos com quanta força tinham. Senti um tremor e uma energia pura dos pés à cabeça. Ali estava eu com mais um dos pilares que unem a nossa terra e o nosso céu, o Pedro. Sim, Pedro, serás sempre um [ bocadinho ] [ muito ] meu !!
2 comentários:
Ohhhhh Princesa... Que post cheio de emoção! GOSTO dessa felicidade nas suas palavras! :) Que o Pedro tenha uma vida recheada de felizes momentos, muito amor e muita, muita saúde!
Beijinho e boa semana!
Ivete
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Sim Ivete uma emoção que não se contêm !!
Beijinho
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