
Nem sempre sei o que fazer. Nem sempre sei como fazer. Muitas são vezes que me afundo numa espiral interna de onde tenho medo de não ser capaz de regressar. Muitas são as vezes que a falta imensa que sinto daquela minha outra alma me deixa incapaz da função vital de respirar. E sinto-me desintegrar... simplesmente desintegrar. Depois reúno os pedaços. Recomeço a colagem. Passando as mãos pelo que outrora foi liso constato-lhe agora as fissuras e os sítios pelos quais já quase passa a claridade do dia. O dia que entretanto chegou.
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