quinta-feira, 10 de maio de 2012

[ Dos ] Registos feitos a dois !!









Diz-me ele [ o puto grande, a propósito do nascimento {dos primogénitos }  ]


" (...) nesse dia um pouco de nós morre na individualidade e renasce num novo 


ser. É por isso que nos multiplicamos a cada rebento que colocamos neste 


mundo. A partir do momento que isso acontece jamais seremos os mesmos e 


jamais confinaremos a nossa existência unicamente a nós próprios."





E, digo eu:



De facto, tudo passa a importar. Tudo o que até então seria relativo. A gestão do tempo e 

do espaço. A tomada de  opções, por mínimas que nos pareçam. A organização de valores 

humanos e, a forma como lhes servimos de exemplo na transmissão desses valores. 

Porque se num segundo, só estávamos nós, no segundo seguinte passamos a  ter um ser 

que nos é entregue "por empréstimo" que temos de cuidar, nutrir, educar, assegurar que se 

torna  PESSOA. Passamos a conhecer o significado do amor incondicional. Passamos a ter a 

noção do que significa resiliência total. E, vamos nos multiplicando sim. Vamos nos 

multiplicando a cada nascimento. Mas, mais importante, vamos nos multiplicando a  cada 

dia sempre e, cada vez mais e, assim será "para sempre, até ao [nosso ] último suspiro ".


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