O Banco Do Amor.
Hoje balanço os cabelos
Sem nada para fazer,
Olho a chuva a cair lentamente
E sem ti, o meu mundo a desaparecer,
Rasgo o céu com o meu olhar
Pego na viola e canto para ti,
Só te quero amar
E no infinito viver assim,
Trancas a porta do coração
Deixas este amor ao frio e com medo,
De não descobrir a paixão
De um beijo em segredo,
No fundo sinto-te perto
Mas na verdade estás tão longe do meu caminho,
Que já perdi o porto
E sem fazer nada, encontro-me sozinho,
Nesta avenida sem cor
Onde choro juntamente com a chuva,
Olhando com certa dor
Para o banco onde começou este amor.
Hoje balanço os cabelos
Sem nada para fazer,
Olho a chuva a cair lentamente
E sem ti, o meu mundo a desaparecer,
Rasgo o céu com o meu olhar
Pego na viola e canto para ti,
Só te quero amar
E no infinito viver assim,
Trancas a porta do coração
Deixas este amor ao frio e com medo,
De não descobrir a paixão
De um beijo em segredo,
No fundo sinto-te perto
Mas na verdade estás tão longe do meu caminho,
Que já perdi o porto
E sem fazer nada, encontro-me sozinho,
Nesta avenida sem cor
Onde choro juntamente com a chuva,
Olhando com certa dor
Para o banco onde começou este amor.
De António Pereira Vieira Silva

1 comentário:
existem dias em que ao ler estes textos... faz-me pensar o quanto me faz falta o amor.... saudades de amar....de sentir borboletas na barriga...lol...
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