"O amor é paciente, é benevolente; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria,
não se envaidece. Não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios
interesses, não se irrita, não se ressente do mal; não se alegra com a injustiça, mas
regozija-se com a verdade; tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. O amor
jamais acaba; agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor; mas, destes três,
o maior é o amor."
S.Paulo - Espístola aos Coríntios
Lidas no Fio de Prumo, estas palavras são, para mim, verdades puras. Tento delas ser exemplo, sempre, mas, imperfeita que sou nem sempre o consigo. Digo-as muitas vezes aos meus filhos porque espero que ao escutá-las e ao fazermos delas realidade, eles tenham a capacidade de as fazer perdurar no tempo...naquele tempo no qual já não terei presente para as dizer a cada um deles de forma especial. Meditar sobre elas eleva-nos para um terreno de tolerância, um terreno onde não existe espaço para julgamentos de valor, para um campo aberto repleto de verde, ponteado de papoilas onde se sente tranquilidade e onde tudo se perdoa. Tenho para mim que quando se ama é assim que se deve amar e, isto é algo sei que vou sentir sempre por muito mal que a vida me faça.

1 comentário:
Love it!
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