...não raras vezes...mais vezes do que aquelas que efectivamente queria, confesso...toda eu, sou menina de sentir umas monstruosas saudades de tudo aquilo que não vivi. Estas saudades em momentos algo específicos sufocam-me e entregam-me a uma quase angústia que me deixa inerte da capacidade de viver o tanto que a minha vida tem de fabuloso, inerte, simplesmente inerte, fazendo com que me sinta incoerente...incongruente, com o tanto que fui apreendendo nestes últimos anos da minha vida...inerte ao ponto de me apetecer deitar na cama e em posição fetal aninhar a minha almofada como que se esta fosse a placenta pela qual respiro e alimento.
[ hoje é assim ...amanhã será certamente melhor...]

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